Não confundir prática com mestria

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Não podemos confundir tempo de prática com mestria.

 

O princípio é simples: o tempo despendido em treino que não tem intencionalidade, que não tem profundidade, não vai melhorar nada.

A conhecida Regra das 10.000 Horas, retirada dos estudos de Ericsson com atletas de elites e outros prodígios, dita que é necessário um investimento de aproximadamente 10.000 horas canalizadas em ações específicas para se poderem obter resultados e desempenhos de alto nível. Adicionalmente, a obra de Ericsson refere a importância de uma prática deliberada, ou seja, que o treino de forma simples de uma capacidade não conduz necessariamente à mestria. O verdadeiro caminho do treino para a mestria requer um empenho muito particular, uma dedicação apaixonada, sessões contínuas específicas para uma melhoria contínua.

Cada momento de prática é importante, mas tem de existir uma consciência, uma intenção clara e objetiva para promover incrementos reais no desempenho. Cada pequeno progresso acumula-se num efeito composto que revela o génio da mestria. Os pequenos triunfos diários são o verdadeiro caminho da otimização do foco e dedicação.

O progresso é, pois, um processo intencional, deliberado, programado, e não um caminho de simples acumulação. O progresso é uma revolução e não apenas uma prática.

 

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Publicado em 2022-02-04, por Hugo Almeida.

 

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